Abrir uma MEI não é tão complicado. Além de não ter custo, pode ser feito de maneira prática, e, logo que o registro é feito, o empreendedor recebe um número de CNPJ e se torna uma pessoa física com os direitos e deveres que isso implica.

Entretanto, essa é só a parte formal e burocrática, e se torna pequena se o microempreendedor não dá a devida atenção ao negócio e se descuida do caixa, não anota uma despesa por julgá-la insignificante, faz uma retirada não programada para pagar uma conta pessoal, se embaralha com papéis de orçamentos, pedidos e cadastros de clientes e define seu preço de acordo com o grau de amizade com aquele que negocia com você. Ou seja, não basta ser MEI só no papel, é preciso ter uma atitude completa e responsável quanto às rotinas administrativas do negócio.

Por isso, é muito importante que algumas práticas sejam levadas a sério e devidamente seguidas no dia a dia da empresa e na forma de administrar o micro empreendimento. Uma dessas práticas é a separação das finanças, pois fazer a divisão das finanças empresariais das pessoais é indispensável para o bom controle financeiro. Da mesma maneira que é importante ter um espaço próprio e um horário estabelecido para o trabalho, deve-se ter disciplina para separar o dinheiro que é do empreendedor do dinheiro que pertence ao negócio. Uma das formas de fazer essa separação dar certo, é estabelecendo um pró-labore, ou seja, o “salário” do empreendedor, assim o financeiro fica organizado e o dinheiro pessoal fica separado das finanças da empresa.

Outra prática muito importante para ajudar no controle financeiro da micro empresa e, auxiliar na redução de custos e aumento dos resultados, é registrar todas as movimentações financeiras, mesmo aquelas que parecem “inofensivas” como um cafezinho ou um chá para o cliente que chega para fazer um orçamento. A partir dessa prática é possível ter uma visão completa do negócio, promovendo ajustes, cortes e definindo metas, que podem variar entre sair do vermelho e expandir a empresa.

E por último, mas não menos importante, é necessário que as obrigações fiscais estejam sendo devidamente cumpridas, e, no caso da MEI, elas não são muitas, o que torna ainda mais fácil o processo de prestação de contas com o fisco.

Vale lembrar que, mesmo uma microempresa, pode e deve solicitar o auxilio de um bom serviço de contabilidade para assessorar a gestão fiscal, contábil e financeira do negócio, facilitando a administração da empresa, e proporcionando, consequentemente, bons resultados para o empreendimento. Aqui na RSIM temos uma equipe especializada em organização financeira e contábil e pode ajudar a sua micro e pequena empresa! Entre em contato e saiba como podemos te auxiliar.

Imagem: Freepik

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